Comissão de Direitos Humanos “apoia” mais armas em circulação

Com o retorno da pauta armamentista aos holofotes, recebendo novos ataques e travas de desarmamentistas e da esquerda,  a idéia legislativa proposta por cidadãos que visava tirar algumas armas de circulação, desarmando polícias legislativas que atuavam nas Câmaras, Senado e STF, foi avaliada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, equipe que se reúne e estuda propostas feitas por cidadãos, neste caso, os preocupados com a quantidade de armas em circulação.

Nesta análise, os cidadãos queriam retirar parte do armamento em circulação, diminuindo assim a quantidade de armas em território nacional, pauta até então defendida pelos próprios movimentos de Dieritos Humanos, que alegam constantemente que mais armas trazem mais crimes.

Violência dentro do Parlamento gera preocupação

Esses movimentos constantemente lutam para reduzir  o número de armas, principalmente em locais onde há aglomerações e discussões acoloradas, como as Câmaras e Senado, que eventualmente são palcos até de brigas, literalmente. Os autores da idéia legislativa estavam preocupados com o descontrole emocional em discutir idéias contrárias, ainda mais em órgõas que representam o Estado Democrático de Direito, então propuseram que nesses locais de constantes brigas, não houvessem pessoas armadas.

Neste caso, a Comissão foi contra o desarmamento proposto na idéia legislativa, apoiando, consequentemente, mesmo com constantes episódios de violência e agressão nestes locais, que hovuessem sim, pessoas armadas lá dentro.

Contra o desarmamento significa mais armas

O resultado prático desda decisão é um só, muito simples: mais armas em circulação.

Veja os nomes que fazem parte desta comissão: 

https://legis.senado.leg.br/comissoes/composicao_comissao?codcol=834

 

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