Príncipe Luiz Philippe resgata a Segunda Emenda brasileira

“A Segunda Emenda não diz respeito a caçar patos. Sei que não farei muitos amigos dizendo isso mas, trata-se de todos os direitos, todos os nossos direitos, de sermos capazes de nos proteger (aponta para cidadãos) de caras como vocês aí (aponta para políticos)” Suzanna Gratia Hupp

Confira o artigo com o testemunho completo: A 2A não é sobre caçar patos ou praticar esporte

E neste sentido, é preciso que políticos entendam que o cidadão armado é um aliado da nação, para protegê-la de inimigos externos e principalmente, os que mais tem chances de sabotar todo um país, os inimigos internos. A Segunda Emenda foi criada neste sentido nos EUA, para garantir todas as outras quando os próprios políticos não mais respeitassem o povo. Os Pais Fundadores tinham plena consciência de que depois deles, seus sucessores, poderiam não ter a mesma postura, afinal, pessoas são diferentes, suas motivações são diferentes, e essas pessoas poderiam chegar na posição de políticos e corromperem a constituição, as liberdades, e a própria nação.

Alguma garantia deveria existir do povo se defender daqueles que governam, ou seja, como dito na própria declaração de independência dos EUA, quando um governo não prestar mais para os fins que foi criado, e se tornar destrutivo e tirano, é um direito do povo de alterá-lo ou destruí-lo. (“… That whenever any Form of Government becomes destructive of these ends, it is the Right of the People to alter or to abolish it,…”) (1)

Portanto, político que tem ressalvas quanto a um povo armado, é inimigo. Quem não deve, não teme. Não é isso que o povo vive ouvindo das autoridades?

E o Brasil já teve políticos que enxergavam o cidadão como aliado. Na Constituição do Império em 1824 tínhamos o artigo 145 que dizia:

” Art. 145. Todos os Brazileiros são obrigados a pegar em armas, para sustentar a Independencia, e integridade do Imperio, e defendel-o dos seus inimigos externos, ou internos.” (2)

Característica muito alinhada com a atual declaração do presidente Jair Bolsonaro, onde disse:

“é muito fácil uma ditadura no Brasil”, alegando que para evitar o autoritarismo de prefeitos e governadores seria preciso armar a população. (3)

E será que teremos novamente algum representante, além de Bolsonaro, que pense assim?

Já tivemos e ainda temos. Apesar de vários candidatos com a mesma postura terem tentado cargos de representatidade nas eleições de 2018, como Solange Lopes, diretora estadual do Instituto DEFESA no MS, Anderson Amorim que é policial civil e Moisés Queiroz que é veterano do Haiti como Fuzileiro Naval, que infelizmente não conseguiram entrar, atualmente nós temos também o deputado federal Príncipe Luiz Philipe, que enxerga o cidadão armado como aliado. E com isso, orgulhosamente apresentamos um projeto que resgata nosso artigo 145 da constituição de 1824, a nossa própria Segunda Emenda, a 2A brasileira, criada em conjunto pelo Príncipe Luiz Philipe e Anderson Amorim:

 

I – a soberania; *a) Sendo necessária à segurança e à manutenção dessa soberania a livre existência de um povo bem organizado, o direito desse povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido.*

Baixe a PEC por inteiro clicando aqui (gofile.io)

Baixe a PEC por inteiro clicando aqui (wetransfer.com)

Baixe a PEC por inteiro clicando aqui (Google Docs pessoal)

 

O Instituto DEFESA pede a ajuda de cada cidadão para divulgar, atuando no fomento da idéia e elucidação e desmistificação do tema, ajudando o Príncipe Luiz Philippe a levar esta idéia pra frente. Compartilhe este arquivo com seus amigos armamentistas, em seus grupos. Levante este assunto em toda conversa sobre liberdade que tiver. Sobre tirania. Sobre representação política. Apoie, fomente, esclareça, explique, eduque. O momento é propício. Quando foi a última vez, desde 1824, que algo assim foi falado por um presidente da república e proposto por um deputado federal?

Aproveite e entre em contato para agradecer o esforço e sua postura idônea de enxergar em nós, cidadãos, verdadeiros compatriotas e filhos da Pátria Amada Brasil!

 

O Instituto DEFESA é conhecido por não baixar a cabeça para ninguém, especialmente políticos. Temos uma postura firme em relação ao trabalho de serventia pública. Quem nos acompanha sabe perfeitamente disso. Quando erram, criticamos. Mas quando acertam, também aplaudimos. Esta declaração do presidente Bolsonaro e esta PEC do Príncipe Luiz são exemplos que nos dão certa esperança e por isso, registramos nosso muito obrigado e parabéns.

 

Luiz Philippe de Orléans e Bragança

Deputado Federal, cientista político, ativista e empresário brasileiro.

principe luiz

 

Anderson Viera Amorim

Agente de Polícia Civil em Santa Catarina, ex-chefe da Inteligência período entre 2007 e 2011, ex-vice Presidente COBRAPOL, período 2014/2018. Ex-Conselheiro Nacional de Segurança Pública – SENASP – MJ.

Consultas:

1 – https://www.archives.gov/founding-docs/declaration-transcript

2 – https://www2.camara.leg.br/legin/fed/consti/1824-1899/constituicao-35041-25-marco-1824-532540-publicacaooriginal-14770-pl.html

3- https://epoca.globo.com/guilherme-amado/em-reuniao-bolsonaro-falou-sobre-armar-populacao-contra-governadores-presidente-da-caixa-sobre-matar-ou-morrer-1-24427082

5 Replies to “Príncipe Luiz Philippe resgata a Segunda Emenda brasileira”

  1. Excelente artigo, gostaria de reproduzir em http://www.dunapress.org como também convidar o autor para fazer parte do nosso time de autores. Somos um jornal norueguês em língua portuguesa, trabalhamos voluntariamente para levar ao leitor e a família a informação com ética para o resgate histórico do Brasil. Para ser um autor por favor ir em http://www.duna.global/job , obrigado. Felicitações pelo maravilhoso trabalho.

  2. Sou totalemente favorável a legitima defesa armada do cidadao de bem tanto nas ruas com seu devido porte e treinamento como e sua casa.
    Afavor do FIM do ESTATUTO do DESARMAMENTO!!

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